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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
(17:08)
The Power of True Love Knot (1968)
(16:11)
“é muito belo que vistamos roupas simples pra dormir” sentada sobre a pedra fria da varanda procuro a lua no céu enquanto aqueço minhas mãos. percebo que há no céu uma conformação de nuvens muito similares à um yng yang que parecem desenhar o yang da mesma forma que o metal fez em outro momento do qual eu ainda me lembro nitidamente onde eu e o ciro notamos uma placa, há algumas horas enquanto estávamos chapados até os cotovelos, e vimos suas hastes de metal acabando no contorno de uma placa vazia, sem nada pra lhe completar, do mesmo modo que agora o yang nas nuvens se apresenta pra mim.
mesmo que já raie o dia e os pássaros cantem pra manhã, o símbolo no céu preenche a noite que ainda pulsa bravamente aqui.
digreção ao sonho
começou no meu olho direito, coçando de modo que grita com minhas mãos para que façam alguma coisa
quando consigo conter meu ímpeto de coçar
uma lagrima me desce pelo rosto
então eu me atrevi rumo à uma hipótese de conformidade universal, que pareci confirmar
depois, quando me atrevi tocar no assunto
eU Mesma me adverti
"acho que é rude falar sobre isso"
e ficamos em cima disso
999
"digressão as pedras"
{ { entre tudo isso, a tua presença me desfocou os sentidos
na nossa história, eu só estive em você.
999
mesmo que já não me faltasse coisa alguma, meu olho esquerdo se transformou numa uva cheia e tão completa em si que gotejou feito o outro
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016
(17:00)
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